Vídeo da Banda Inglesa Twelfth Night - The Ceiling Speaks
segunda-feira, 29 de junho de 2015
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Elementos essenciais :
- Composições longas, com harmonia e melodias complexas, aproximando-se muito da música erudita. Por vezes atingindo 20 minutos ou mesmo o tempo de um álbum inteiro, sendo estas muitas vezes chamadas de épicos. Como exemplos destas músicas longas têm-se "Echoes" com 23 minutos e meio, "Shine on you Crazy Diamond" e "Atom Heart Mother" com 23:41 minutos, do Pink Floyd, Thick as a Brick do Jethro Tull, "The Gates of Delirium", "Close To The Edge", "Awaken" e músicas do álbum "Tales From Topographic Oceans", todas do Yes, "2112" e "Hemispheres" do Rush com 20 e 18 minutos, respectivamente, "A Change Of Seasons", com 23 minutos e "Six Degrees of Inner Turbulence", com 42 minutos (dividida em 8 sessões, também chamados "Atos"), "Octavarium", com 23 minutos, todas do Dream Theater e "Supper’s Ready" do Genesis com 23 minutos, "Eruption" do Focus com 23 minutos e "Tarkus" e "Karn Evil 9" da banda Emerson, Lake & Palmer. No Brasil são exemplos "1974" e "Amanhecer Total" do grupo O Terço com 13 minutos e 19 minutos respectivamente, "Eyes of time" do Arion com 14 minutos, "Luares" do Palma com 15 minutos, "Hey Joe" dos Mutantes com 12 minutos e "Quasímodo" do Quaterna Réquiem com 39 minutos.
Rock Progressivo: as 25 melhores músicas de todos os tempos
O crítico musical Sean Murphy publicou no site Popmatters, em maio de 2011, uma lista das 25 melhores músicas de Rock Progressivo de todos os tempos. Murphy esclarece que, para os fins da relação, considerou apenas o período entre 1969 e 1979.
Confira a lista:
1. KING CRIMSON, “In the Court of the Crimson King”
2. PINK FLOYD, “Shine on You Crazy Diamond”
3. JETHRO TULL, “A Passion Play”
4. YES, “Close to the Edge”
5. GENESIS, “Watcher of the Skies”
6. RUSH, “2112”
7. JETHRO TULL, “Thick As a Brick”
8. KING CRIMSON, “Larks’ Tongues in Aspic”
9. PINK FLOYD, “Time”
10. THE WHO, “Underture”
11. YES, “Awaken”
12. GENESIS, “The Battle of Epping Forest”
13. KING CRIMSON, “Lizard”
14. EMERSON, LAKE AND PALMER, “Tarkus”
15. PINK FLOYD, “Dogs”
16. JETHRO TULL, “Heavy Horses”
17. YES, “Heart of the Sunrise”
18. RUSH, “Natural Science”
19. PINK FLOYD, “Echoes”
20. KING CRIMSON, “Red”
21. EMERSON, LAKE AND PALMER, “Pictures at an Exhibition”
22. RUSH, “Cygnus X-1, Book II: Hemispheres”
23. JUDAS PRIEST, “Epitaph”
24. GENESIS, “Return of the Giant Hogweed”
25. PINK FLOYD, “Atom Heart Mother Suite”
O crítico musical Sean Murphy publicou no site Popmatters, em maio de 2011, uma lista das 25 melhores músicas de Rock Progressivo de todos os tempos. Murphy esclarece que, para os fins da relação, considerou apenas o período entre 1969 e 1979.
Confira a lista:
1. KING CRIMSON, “In the Court of the Crimson King”
2. PINK FLOYD, “Shine on You Crazy Diamond”
3. JETHRO TULL, “A Passion Play”
4. YES, “Close to the Edge”
5. GENESIS, “Watcher of the Skies”
6. RUSH, “2112”
7. JETHRO TULL, “Thick As a Brick”
8. KING CRIMSON, “Larks’ Tongues in Aspic”
9. PINK FLOYD, “Time”
10. THE WHO, “Underture”
11. YES, “Awaken”
12. GENESIS, “The Battle of Epping Forest”
13. KING CRIMSON, “Lizard”
14. EMERSON, LAKE AND PALMER, “Tarkus”
15. PINK FLOYD, “Dogs”
16. JETHRO TULL, “Heavy Horses”
17. YES, “Heart of the Sunrise”
18. RUSH, “Natural Science”
19. PINK FLOYD, “Echoes”
20. KING CRIMSON, “Red”
21. EMERSON, LAKE AND PALMER, “Pictures at an Exhibition”
22. RUSH, “Cygnus X-1, Book II: Hemispheres”
23. JUDAS PRIEST, “Epitaph”
24. GENESIS, “Return of the Giant Hogweed”
25. PINK FLOYD, “Atom Heart Mother Suite”
sexta-feira, 19 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Rock Progressivo
História
História
O rock progressivo foi tocado pela primeira vez no final dos anos 60, no entanto, se tornou especialmente popular no início da metade dos anos 70. No final dos anos 60, algumas bandas - geralmente da Inglaterra - começaram a experimentar formas de músicas mais longas e complexas pois os jovens músicos daquela geração estavam vivendo a "contra-cultura " que rompia com a cultura pop e hippie, ao passo que as gravadoras concediam liberdade de criação aos artistas possibilitando um leque ilimitado de possibilidades em estúdio. O termo "rock progressivo" foi cunhado pela imprensa nos anos 70 pela necessidade jornalística de atribuir rótulos ao escrever matérias e resenhas
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